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8.21.2011

Como actua o Maçom?

O maçon deve actuar de acordo com as suas responsabilidades próprias, isto é a bem da Ordem, o que significa nada fazer que ponha em causa a sua respeitabilidade e dignidade de instituição milenária, por via da contenção e da discrição. E por outro lado, pela via activa, tudo deve fazer para que os ideais universais dos valores da Paz, da Harmonia, solidariedade, fraternidade e tolerância, sejam efectivamente difundidos, aceites e praticados pelo maior número de pessoas, sejam ou não crentes no Grande Arquitecto do Universo. Quer isto dizer, que não se pode ser maçon sem se respeitar a ordem democrática e da moral vigente, que aliás devem estar em consonância nas sociedades civilizadas contemporâneas. Um maçon que não se identifique nesses termos com a sociedade em que se integra, dificilmente poderá ser manter a sua condição de Maçon, porquanto nenhum legítimo dever profano deve estar em contradição com o juramento maçónico. O maçon contemporâneo deve pois actuar de acordo com uma cultura maçónica espiritualista consequente, isto é, que compatibilize os valores humanistas universais, com os valores espirituais universais. Numa síntese, o maçon deve ter os pés na terra, a cabeça no céu, e o coração com o do dos outros...
O que significa que o maçon deve sempre procurar superar as suas limitações, auto aperfeiçoar-se na busca de ser melhor do que é, especialmente em relação aos outros, qual bom samaritano. Correlativamente, cabe à Maçonaria proporcionar-lhe as condições objectivas para que tal lhe seja possível.
In M.E.-LNC

7.07.2009

Is freemasonry a secret society? (in Portuguese)

A maçonaria é uma sociedade secreta ?

A maioria dos maçons nega pertencer a uma sociedade secreta. António Arnaut - membro assumido do GOL - chama-lhe «organização discreta», na medida em que «não está aberta ao público e reserva apenas aos seus membros o conhecimento de certas práticas e saberes. Nisso consiste o «segredo maçónico».

Os maçons reconhecem-se entre si como irmãos, identificando-se com toques, sinais e palavras. Discretíssimo, Ramos Horta, na cerimónia em que recebeu o Prémio Nobel da Paz, em 1996, não deixou de levar a mão ao peito, num gesto ritual de agradecimento à Maçonaria. «Este é um dos nossos sinais que passou para a sociedade profana e tende a generalizar-se», explicam-nos.

A Maçonaria, como organização iniciática que é, não pode viver sem um ritual, isto é, sem uma acção simbólica constituída por objectos, gestos e palavras sistematicamente repetidos, os quais, no seu conjunto, representam uma ordem cósmica, um universo ordenado.

Parte da iniciação maçónica consiste na vivência, pelo candidato, da sua passagem pelos quatro elementos: terra, ar, água e fogo. A primeira fase tem lugar na Câmara de Reflexões, símbolo da Terra, onde o candidato redige o seu testamento filosófico, ou seja, a manifestação das suas últimas vontades antes de deixar o mundo profano.

Numa das paredes desta câmara estão patentes as letras V.I.T.R.I.O.L., significando Visita Interiora Terrae Rectificando que Invenies Occultum Lapidem (Visita o Interior da Terra e Rectificando Encontrarás a Pedra Oculta). De natureza alquímica, esta mensagem chama a atenção para o trabalho interior que o profano deve fazer sobre si mesmo, mediante a meditação.

Entrado no templo, o neófito submete-se à prova do ar, da água e do fogo. Terminada a cerimónia da iniciação, o candidato, que durante estas três provas tem os olhos vendados, toma pela primeira vez contacto visual com o templo e com os irmãos que fraternalmente o rodeiam e acolhem.

Ao entrar na Ordem Maçónica, o iniciado recebe o avental de aprendiz, cuja finalidade simbólica é protegê-lo na sua missão de desbastar a pedra bruta. E é junto às duas colunas que se encontram à entrada do templo - e que simbolizam as colunas da Força e da Estabilidade do Templo de Salomão - que o aprendiz recebe os ensinamentos do seu grau: a palavra sagrada, o toque, a marcha, o sinal á ordem.

O toque deve ser dado em sinal de reconhecimento maçónico, entre irmãos. É um código que, apesar da sua utilização dever ficar circunscrita ao espaço do templo, com o avançar do tempo, ganhou foros universais, permitindo em qualquer sítio saber se alguém é maçon.

Quando alguém estranho à Maçonaria está entre maçons, era costume usar a palavra «chove» para dar a conhecer a presença de um não iniciado. Hoje, só a tradição justifica o seu uso. O espaço do templo é muito específico, o que exige que o caminhar (marchar) seja executado segundo regras particulares. A marcha no templo varia conforme o grau em que os maçons trabalham, mas obedece à regra da geometria, que salienta a posição vertical do maçon, exemplo da conduta que ele deve levar na vida profana e o caminhar de um modo específico também ele determinado pela geometria.

A cadeia de união é outro acto praticado por todos os maçons em loja, no qual eles dão as mãos, colocando o braço direito sobre o esquerdo, de forma a criarem entre si uma verdadeira cadeia e juntando os pés de uma forma específica. Se, por um lado, o cerimonial maçónico exige silêncio, por outro, requer a presença de música, de modo a que os sentidos sejam estimulados para o ritual que se pratica.

Adapted from http://historiadeportugal.blogspot.com

12.09.2008

Incorrect News about Bro. Martin Guia

Some Portuguese newspapers report the decease of the Grand Master of GLLP/GLRP what is fully untrue. Our dearest Brother Mário Martin Guia is well and with a fine health. He will preside over our traditional session of the Winter Solstice to be held next 13 December, saturday, somewhere in Lisbon. The news refers to Almiro Marques, that was a member of the group that after the 1995 coup against GLRP move apart from regularity and became an autonmous irregular organization. The so-said organization is known in the masonic world by GLRP (House of the Bell), it has not international recognition, whatsoever. Although the divergences we may have with these former regular freemasons condolences are obliged to Mr. Almiro Marques family.