11.20.2011

Ritual (da morte)

O ritual da morte perdeu por razões da moral dominante algum do simbolismo e da ritualistica que várias civilizações (os egípcios, os sumeros, os gregos, os romanos, etc) lhe atribuiram ao longo dos séculos. A morte era então um ritual de passagem não o fim do caminho, largava-se o corpo que definhava, retomando a forma do pó (donde brotara) mas a alma libertava-se e subia no firmamento retomando o lugar ao lado dos deuses do Olimpo (e de Zeus) ou descendo às profundezas da terra, zona reservada a Hades. Com a modernidade este simbolismo de passagem perdeu-se, para comodidade dos que ficam que gostam de se convencer que tudo é permitido aqui.